Averbação de imóveis Curitiba

A CONSTRUÇÃO CIVIL TEM SEU PIOR MOMENTO DESDE 2003, JUROS ALTOS E MENOR GASTO

Iniciamos este blog como assunto polêmico crescemos muito baseado numa política de crédito e agora?

Neste últimos anos o governo promoveu uma verdadeira revolução no Brasil onde houve uma expansão da economia e que alavancou muito construção civil, porém este crescimento foi sustentado pelo crédito e não pelos bons fundamentos da nossa economia. Resultado começamos a pagar um preço alto por estes erros.

Esta reflexão não tem a pretensão de fornecer uma regra mágica para uma ponto tão controverso, mais alguns pontos podemos orientar e evitar que erros sejam cometidos.

O primeiro ponto: planejamento, tanto governo como as famílias ou quem vai construir tem que fazer um bom planejamento financeiro para que em tempo de crise, a falta de planejamento arruine sua obra, e consequentemente sua vida financeira….

Segundo ponto: os bancos oficiais estão em dificuldade nos seus fundos e estão diminuindo oferta de crédito para produtos habitacionais, então antes de iniciar uma obra ou projeto e se for usar crédito, consulte antes seus banco e as possibilidades de financiamento.

Terceiro ponto: a realidade, estamos acostumados sociedade que deseja resultados imediatos e neste impulso o governo tomou várias medidas precipitadas e agora o remédio será amargo, só haverá crescimento consistente quando nossos fundamentos melhorarem.

Quarto ponto: déficit habitacional no pais é enorme, existe uma grande desafio que será diminuir até zerar esta demanda, será combatido com medidas corretas para o setor da construção civil e criativas ( que induzam evolução no sistema construtivo e melhora na mão de obra existente). 

Apesar de todo contexto ruim apresentado, somos otimista quanto ao futuro, e usaremos este espaço para debater estes temas e apresentar soluções.

O governo tem fazer papel, primeiro não atrapalhando o setor produtivo, as empresas precisam melhorar sua performance ( aplicar inovação na construção civil) e as famílias se preparem melhor para terem uma habitação melhor e mais digna.

Fonte: FOLHA DE S. PAULO CADERNO MERCADO 17/05/2015

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